A URL canônica indica qual endereço deve representar um conteúdo quando existem duplicatas ou versões muito semelhantes. É uma preferência que o Google considera junto de outros sinais; ele pode escolher outra URL. Canonical não é redirecionamento e não remove as outras versões do servidor.
1. Identifique duplicatas reais
Compare conteúdo principal, idioma, finalidade e experiência. Variações por parâmetros de ordenação ou filtros podem gerar muitas URLs; páginas com tarefas distintas não devem ser canonicalizadas só por tratarem do mesmo tema. Se uma versão deve deixar de existir, avalie redirecionamento em vez de manter duas páginas equivalentes.
2. Defina um destino e alinhe os sinais
Use <link rel="canonical" href="https://..."> na página duplicada e, normalmente, também na página preferida. Mantenha a URL canonical no sitemap, links internos, hreflang quando aplicável e redirecionamentos. Evite apontar o sitemap para uma URL e o canonical para outra. Os métodos oficiais de canonicalização descrevem redirects como sinal forte, rel=canonical como forte e sitemap como sinal mais fraco.
| Caso | Decisão a avaliar |
|---|---|
| HTTP e HTTPS equivalentes | Redirecionar para HTTPS e manter sinais coerentes |
| Parâmetros que não mudam o conteúdo | Consolidar se a versão for realmente duplicada |
| Conteúdo regional ou em outro idioma | Tratar idioma/região e hreflang de forma apropriada |
| Página antiga substituída | Redirecionar se houver substituta correspondente |
3. Valide a implementação
Leia o HTML final, resolva a URL canonical e confira código de resposta, host e protocolo. Verifique se a URL escolhida tem conteúdo rastreável e se o Google não está impedido por robots. Depois, use Search Console para comparar canonical declarada e selecionada quando houver dados.
Não use robots.txt para canonicalização nem noindex apenas para escolher a página principal. Veja a definição de canonicalização e o guia de páginas não indexadas.