“Hospedar no Google” pode significar usar um construtor gerenciado, servir HTML estático por CDN ou executar uma aplicação com servidor. Produtos diferentes trazem tarefas, medição de consumo e responsabilidades diferentes; ter “Google” no nome não significa que qualquer hospedagem seja gratuita ou pronta sem configuração.
Escolha a família de produto
| Se o projeto é… | Produto Google a avaliar | O que você entrega e administra |
|---|---|---|
| Site sem código, com páginas simples e arquivos do Drive | Google Sites | Edite páginas no navegador, controle publicação/compartilhamento e conecte domínio compatível. É para conteúdo/páginas; não confunda com um host onde se envia livremente um projeto executável ou container. |
| Build estático de HTML, CSS, JS e arquivos | Firebase Hosting | Inicialize projeto/CLI e publique uma pasta de build; Firebase configura CDN, HTTPS, domínio e previews. Para APIs/formulários dinâmicos, conecte Cloud Functions/Cloud Run ou um serviço externo. |
Site estático com configuração app.yaml e aplicação que pode evoluir para backend | App Engine Standard | Crie projeto/serviço/região, defina app.yaml, faça deploy com ferramenta Google e monitore instância, logs e cobrança. Há procedimento oficial para servir site estático. |
| Aplicação HTTP em container ou API/microserviço | Cloud Run | Empacote container e defina execução/escala, autenticação, domínio, armazenamento e logs; custos dependem da configuração e uso. |
| Controle completo de sistema operacional e servidor | Compute Engine | Administre VM, atualizações, regras de rede, disco, TLS, backup, monitoramento e escala. É a opção com mais responsabilidades de infraestrutura. |
Para uma landing page ou biblioteca estática, não alugue uma VM só para servir arquivos: avalie Firebase Hosting primeiro. Para site institucional montado por editor sem código e uso básico do Drive, avalie Google Sites. Para WordPress, compare hosts com suporte explícito a PHP, banco e rotina de backup; Firebase Hosting não substitui o ambiente PHP/WordPress.
Faça uma decisão técnica e financeira
- Confirme se o artefato é HTML estático, app SSR, backend PHP/Node ou CMS com banco; anote comandos e versão usados para produzir.
- Desenhe o fluxo: build, deploy, domínio, HTTPS, redirecionamentos, formulário, API, banco, email e backup. Marque quais serviços são adicionais ao host do frontend.
- Selecione o candidato conforme a tabela e siga um quickstart oficial em projeto de teste. Abra URLs diretas, confira status HTTP, assets, rotas de erro, formulário e domínio antes de alterar DNS.
- Leia preço por transferência, armazenamento, requisições, CPU/tempo, registros/logs, banco e saída de dados. Ative alertas e orçamento no projeto cloud; orçamento não necessariamente corta consumo automaticamente.
- Separe ambiente de produção, limite acessos IAM, registre quem é responsável por deploy, secrets, dependências, incidentes e exclusão/recuperação.
- Faça estimativa com tráfego esperado e cenário de pico, depois monitore o custo real por serviço. Um nível gratuito tem limites e pode exigir faturamento ativado conforme recursos usados.
Documentação para começar: Firebase Hosting, hospedar um site estático no App Engine, servir conteúdo dinâmico com Cloud Run e arquiteturas web no Google Cloud. Consulte Google Sites ou Wix.